terça-feira, 15 de Abril de 2014

[Vídeo] Deus Não Está morto



Vi, no: Voltemos ao Evangelho


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terça-feira, 8 de Abril de 2014

[Dica de Leitura] O Mistério da Última Ceia - Colin J. Humphreys


ÍNDICE:

1. QUATRO MISTÉRIOS DA ÚLTIMA SEMANA DE JESUS

2. DATAR A CRUCIFICAÇÃO - AS PRIMEIRAS PISTAS

3. O PROBLEMA DA ÚLTIMA CEIA

4. É POSSÍVEL RECONSTRUIR O CALENDÁRIO JUDAICO NA ALTURA DE CRISTO?

5. A DATA DA CRUCIFICAÇÃO

6. A LUA TRANSFORMAR-SE-Á EM SANGUE

7. TERÁ JESUS UTILIZADO O CALENDÁRIO SOLAR DE QUMRAN PARA A ÚLTIMA CEIA?

8. ESTARÁ NO ANTIGO EGITO A CHAVE PARA RESOLVER O PROBLEMA DA ÚLTIMA CEIA?

9. A DESCOBERTA DO CALENDÁRIO PERDIDO DO ANTIGO ISRAEL

10. SERIA O CALENDÁRIO PERDIDO DO ANTIGO UTILIZADO EM ISRAEL NA ALTURA DE JESUS?

11. A DATA DA ÚLTIMA CEIA: AS PISTAS ESCONDIDAS NOS EVANGELHOS

12. DA ÚLTIMA CEIA À CRUCIFICAÇÃO: UMA NOVA ANÁLISE DOS RELATOS DOS EVANGELHOS

13. UMA NOVA RECONSTRUÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS DE JESUS


NOTA PESSOAL:
É uma obra lançada em Portugal pela editora Oficina do Livro. Contém cerca de 254 páginas.
Está recheado de notas adicionais e uma parte no final do livro que propõe uma boa bibliografia, que o leitor poderá cruzar com as do livro.
É um livro muitíssimo interessante! Para mim, que não estava familiarizado com os calendários e sequência dos eventos na última semana de Jesus, foi um grande desafio, esta leitura.
Prometo aos leitores, caso a editora Oficina do Livro dê permissão, colocarei alguns excertos do mesmo. Vale mesmo a pena.

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sexta-feira, 4 de Abril de 2014

[Video] Como Deus é A Fonte ou A Base da Moralidade - William Lane Craig




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quinta-feira, 3 de Abril de 2014

O Custo Necessário ...


23 Tudo isto deu Araúna ao rei; disse mais Araúna ao rei: O SENHOR teu Deus tome prazer em ti. 24 Porém o rei disse a Araúna: Não, mas por preço justo to comprarei, porque não oferecerei ao SENHOR meu Deus holocaustos que não me custem nada. Assim Davi comprou a eira e os bois por cinqüenta siclos de prata. 2Sm 24.23,24

O esforço acaba por levar-nos a um desafio que ao nível espiritual, pode e geralmente é, bastante saudável à nossa alma.
Tal esforço, poderá ser constatado em negar alguns prazeres, confortos pessoais em prole de um bem maior. E neste caso – espiritual. Vence-se a dificuldade que temos em esforçarmo-nos, esforçando-nos.

Todos concordamos que o fruto mais doce é aquele que é cultivado por nós, mesmo que seja agridoce. Há uma estranha ligação, entre trabalho/esforço e prazer:
"Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem." (Slm 128:2)
"A riqueza de procedência vã diminuirá, mas quem a ajunta com o próprio trabalho a aumentará." (Prov 13:11; 14:23)
"Não há nada melhor para o homem do que comer e beber, e fazer com que sua alma goze do bem do seu trabalho. Também vi que isto vem da mão de Deus." (Ecl 2:24)

Sinto este prazer da seguinte forma: Melhor do que comprar uma cadeira, uma secretária ou uma estante é construí-la(s) com as próprias mãos. Mesmo que esteja cheia de imperfeições, há um prazer enorme cada vez que, no caso da cadeira, sentamo-nos nela. Já construí uma secretária (a qual trabalho ainda hoje), as estantes do meu escritório e sem dúvida há uma apreciação enorme quando olhamos a obra das nossas mãos. Isso implica esforço, trabalho e dedicação a abraçar um projecto ou uma criação.
Uma mulher aprecia muito mais um bolo feito por ela do que um bolo comprado. Muitos elogios pode ela receber pelo bolo que fez, mas dificilmente receberá grandes elogios a um bolo comprado num supermercado. Isso porquê?
Porque até quem está à nossa volta, valoriza muito mais o trabalho que fazemos, do que de pessoas desconhecidas. É algo perfeitamente natural.

A vida cristã não é uma vida pré-fabricada, onde com pouco ou nenhum esforço consegue-se alcançar as coisas, mas é uma vida recheada de desafios e de esforços.
Em alguns, somos conduzidos por Deus até eles
Noutros, temos necessidade de impô-los a nós

Por exemplo: Quando nos propomos a investir no melhoramento do nosso carácter, não devemos esperar que tal melhoramento resolva-se apenas e só, com muita oração. Devemos aproveitar o confronto com as situações diárias, afim de o melhorarmos. É um desafio diário que se impõe, na medida das dificuldades que vão surgindo.
Quando nos propomos a investir exercitando misericórdia, de igual modo não devemos esperar que tal melhoramento resolva-se com muita oração. Tiago e João, falam sobre esta questão:
14 Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? 15 E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano, 16 E algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí? 17 Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. Tg 2.14-17, 1Jo 3.16,17

A oração é sem dúvida o adubo que nos fará abundar mais e mais em nossas atitudes. Muitas vezes esperamos que, a oração resolva as situações e não o nosso problema de agir ou nossa falta de esforço.

Imaginemos três homens que precisam de carregar com um determinado objecto, em que o peso encontra-se distribuído de forma diferente.
Iremos notar que quando partilhamos um peso, este peso é geralmente distribuído, segundo a consciência de cada um. O que isso significa?

Vejamos três alternativas:

1. Posso não pegar na parte mais pesada da carga confessando minha fragilidade
Quanto a isso tudo bem. O máximo que poderá acontecer é as pessoas brincarem com a minha sinceridade de confessar minha fraqueza física.

2. Posso pegar na parte mais pesada para aliviar o(s) outro(s)
Isso significa que se uma pessoa for conscienciosa ela dar-se-à ao prazer de suportar o lado mais pesado da carga, em prole do bem do(s) outro(s).

3. Posso pegar na parte mais leve com intenção de escapar à mais pesada

Uma pergunta: Qual a pessoa que está em pior situação?
A resposta parece óbvia: A que pegou na parte mais pesada. Mas creio que não!

A pessoa que está em pior situação, não é pois, a que pegou na parte mais pesada, mas a que pegou na parte mais leve para que, sobre os outros, caísse a mais pesada.
Ele pode não sentir o peso da carga, mas sentirá um peso maior: O da consciência.
Uma coisa é certa: Quando nos negamos ao esforço, há uma forte tendência de culpabilizar-nos ou então acharmos desculpas para o que fizemos.
Dentro deste exemplo, existe também os que desejam que:
  • A carga seja levada pelo outros
  • Transpirar o menos possível, e
  • Receber a paga igual

Por vezes, há uma forte tentação de alegrarmo-nos no trabalho ou no esforço do outro, simplesmente porque isso diminuirá significativamente o que nos cabe.

A vida cristã está constantemente impelindo-nos para a disciplina e para o sacrifício.


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terça-feira, 1 de Abril de 2014

Obediência Requerida e a Falta de Desejo


Nenhum pai consente que o filho obedeça-o apenas e somente quando ele sentir fazê-lo. Nem a Palavra de Deus autoriza-nos, como filhos, a fazê-lo:
"Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor." (Col 3:20)

Mas, em relação a Deus, que é Soberano, Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis, o Salvador somos muito sentimentalistas. Achamos que só devemos obedecer a Deus quando sentimos, porque surge quase que de imediato em nossa mente, o velho chavão: “Não sou hipócrita”.

Porém Deus não nos deixa alternativa:
- Se fazemos sem sentimento, pecamos
- Se não fazemos porque não sentimos, desobedecemos aos Seus mandamentos que requerem de nós obediência..

Deduzo que a factura que iremos pagar por esta desobediência enquanto procuramos o sentimento para obedecer a Deus, com certeza manifestar-se-à grande. Deus não espera que seus filhos sintam, Deus espera que seus filhos obedeçam.

Mas isso é certo?
Pergunto:
Quem não acha correto: Os filhos de Deus ou os que não são filhos?
Se não são os filhos eles não têm o direito de achar se é certo ou não as exigências de Deus quanto à obediência que Ele requer de seus filhos e que está escrito em Sua Palavra.
Se porém são os filhos, eles terão que reaprender o que é e em que moldes desenvolve-se a  obediência ao Pai, mesmo não sabendo os porquês de tudo:
"Além do que, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciamos; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, para vivermos?"  (Heb 12:9)

Tomo por exemplo o amor ao próximo:
Alguma vez Jesus disse: “Ama teu próximo quando sentires fazê-lo”? Não. Muito antes pelo contrário!
"Pois, se amardes os que vos amam, que galardão tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis de mais? Não fazem os publicanos também assim?"  (Mat 5:46,47)

Quando Jesus foi interpelado pelo mancebo rico, perante o desafio proposto da guarda dos mandamentos de Deus, o jovem de pronto respondeu: “Tudo isso tenho guardado”. Isso incluía o amor a Deus e ao próximo. Quando Jesus mandou-o vender tudo e dar aos pobres, o amor dele pelo próximo parece que esfriou. Pois... é muito fácil amar o próximo logo que isso não acarrete problemas e perdas para mim.

Voltando ao sentir amar o próximo:
Amar quem não nos ama é um favor que fazemos a nós próprios, baseados num mandamento de Deus e porque esta é a única forma de demonstramos em prática que compreendemos aquilo que Cristo fez por nós.
7 Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. 8 Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. 10 Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida." (Rom 5:7,8,10)


Invertendo a falta de amor:
A verdade é que, quando o amor diz respeito a nós próprios, não esperamos e até mesmo ofendemo-nos se alguém chegasse junto a nós, e dissesse: “Eu não te amo porque não o sinto fazer!”.

O que aconteceria, caso alguém tivesse esta coragem para connosco ?
Por um lado, iríamos demonstrar que o amor desta pessoa, não "nos aquece nem nos arrefece" [o que soa ao pecado do orgulho]

E deduzo que quando tal pessoa virasse as costas iríamo-nos perguntar:
“Porque será que ele não gosta de mim? Eu sou tão boa pessoa!; 
Ele é que não presta; Eu é que não gosto dele; 
Não gosta de mim, azar o dele; Ele é que fica a perder”
E com tais expressões pareceremos mais crianças de entendimento do que adultos. Mas é assim que talvez 99% das pessoas comportar-se-iam.

Alguém ficaria indiferente ao ouvir tal coisa?
Quantas vezes iríamos remoer no assunto?
A quantas pessoas falaríamos da atitude que o outro teve para connosco?

Eu pergunto:
As pessoas são obrigadas a gostar de nós? Definitivamente, não!

Então se dizemos que não, porque esperamos que elas gostem e ficamos tristes porque não o fazem?
Deduzo que deve-se ao facto de levarmos em conta o amor, o apreço, a estima dos outros por nossa pessoa. 


Deus não coloca o amor na classe dos sentimentos, mas dos deveres.
Amar é um dever, amar é um mandamento. Qual é o primeiro mandamento?
“Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração ...”

C. S. Lewis em seu livro: Cristianismo puro e simples, diz mais ou menos assim:
É provável que os nazis amassem pouco os judeus, mas uma coisa é certa: Com a prática de os matar acabaram por não os amar nada.

O que isso significa?
Que a obediência ao mandamento de amar resultará em mais ou menos amor ou até mesmo em ódio, na medida da qualidade das nossas ações.
A verdade é que não vemos com bons olhos a possibilidade de um Deus que nos ame ou que nos abençoe, apenas nos momentos em que Ele sentisse fazê-lo. E se alguma vez Ele parece não nos amar, logo interrogamo-nos:
“Mas porquê, Deus permite? Mas porque Ele não me ama?”


Concluindo:
O sentimento ou a falta deste é grande parte das vezes, uma fuga à responsabilidade de obedecer.
Responsabilidade e sentimento por vezes são diametralmente opostos e necessitamos de fazer um grande esforço para reconciliar estas duas partes, que muitas vezes parecem tão distantes.


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