quinta-feira, 26 de Junho de 2014

Versículo em Foto - Provérbios 16.25


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quarta-feira, 21 de Maio de 2014

O Problema é das crianças? A Educação dos adultos!

Esta menina é a Abigail. É minha sobrinha.
Agradeço aos pais a cedência da foto.

“Educa a criança no caminho em que deve andar ...”
(Provérbios 22:6)

Geralmente, as crianças são muitas vezes conduzidas a perguntas pela grande curiosidade que possuem em descobrir e conhecerem como as coisas funcionam. Elas estão atentas a tudo e a todos e nada as escapa.
Neste desejo de aprendizagem, os adultos acham que as crianças tornam-se demasiadamente chatas, pelos seus muitos porquês.
Nestas sucessivas e chatas interrogações a melhor forma e tática que nós os adultos temos, para não responder às suas interrogações é afirmar:
“Ainda és muito pequeno para compreender ...”.
Isso, por vezes, é o melhor método que o apelidaria de anticoncecional (não permite que a capacidade e mente da criança seja fertilizada/fecundada com as conversa e trocas de ideias), que os adultos podem e sabem fazer diante daquilo que têm como sendo a curiosidade “irritável” das crianças.

No entanto, há três coisas que gostaria de destacar:
1. Como adultos temos perdido a capacidade de usar os porquês, quiçá achando que já sabemos muito.
Enquanto as crianças fazem perguntas para saber e conhecer mais e mais, nós deixamo-las de as fazer para não parecermos demasiadamente ignorantes e estúpidos aos outros. E assim, desta feita, a nossa verdadeira estupidez permanece. As crianças não são possuidoras desta barreira mental – Aprendamos pois com elas.


2. Não temos, talvez desde que somos adultos, a capacidade de conversar com as crianças:
Conversar com uma criança é uma arte e isso por si só não constitui uma tarefa fácil pois exige dos adultos algum “trabalho de casa”. Todavia, nem todos os adultos estão dispostos a serem reeducados a falar ao nível de uma criança, levando-a a aprender mais e mais. Há toda uma arte didática quando um adulto dirige-se a uma criança.
Temos a necessidade de confessar que não possuímos, grande parte das vezes, a capacidade de baixar ao nível delas a fim de explicarmos as coisas. Não nos falta as palavras, falta-nos a sabedoria necessária quando nos dirigimos às crianças.


3. A inversão dos papéis:
Enquanto as crianças permanecem crianças, os adultos estão à espera que elas cresçam para que, agora sim, ensinarmos determinadas coisas.
O problema que eu vejo em tudo isso é que, à medida que as crianças crescem, nós envelhecemos e, chegará ao dia, em que, estando senis, e as crianças de outrora, agora adultos, talvez nos dirão: 
“Estás demasiadamente velho e caduco para compreender determinadas coisas”.
O melhor caminho, talvez seja, nós como adultos, ensinarmos às crianças aprenderem a pensar como adultos, para que elas no dia de amanhã saibam como falar e cuidar dos que vão envelhecendo.

Se os adultos não respeitarem a inteligência das crianças, como esperaremos que estas crianças, ao chegarem a idade adulta, respeitem as cãs?

O melhor é mesmo lembrar o que diz a Palavra de Deus:
"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele."  (Provérbios 22:6)

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terça-feira, 6 de Maio de 2014

Encerrado Na Prisão Por Um Sentimento



25 Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão. 26 Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil. Mt 5.25,26

Jesus, utiliza-se de uma figura de estilo - a prisão – a fim de demonstrar o caminho que por nós é traçado, quando não buscamos a reconciliação.

Quais as consequências desta prisão?
1. A prisão retira-nos a liberdade:
Quem está preso em ira, a algo ou a alguém, não encontrará liberdade espiritual para realizar seja o que seja imbuído dos verdadeiros sentimentos cristãos e  das razões certas. Isto porque também nosso coração não estará alinhado com a vontade de Deus.
Estas prisões, rouba-nos a liberdade até de semearmos sementes de consagração em nossas vidas, pois nossos pensamentos ficam presos às situações de tristezas, desacatos e desentendimentos, como é óbvio.
Atentemos para o povo de Israel pois sofria prisões exatamente por causa de seus inimigos:
"Porque assim diz o SENHOR: Eis que farei de ti um terror para ti mesmo, e para todos os teus amigos. Eles cairão à espada de seus inimigos, e teus olhos o verão. Entregarei todo o Judá na mão do rei de Babilônia; ele os levará presos a Babilônia, e feri-los-á à espada." (Jer 20:4)

Jesus veio para por em liberdade os cativos:
"A pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A pôr em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do SENHOR." (Lc 4:19)
Quantas vezes ao lermos este texto não nos lembramos daqueles que estão longe de Deus? Certamente que sim!
No entanto, com o passar do tempo e caso não estejamos atentos à guarda do nosso coração, haverá inúmeras coisas que nos poderão colocar em situações em que das quais, necessitaremos de ser libertos.
O texto de Lucas 4.19 destaca 3 coisas que facilmente encontraremos se albergarmos ira em nosso coração:
  • Cativeiro
  • Cegueira
  • Opressão
Qualquer pessoa com um tipo de ira alimentada, sentir-se-à, mesmo que não queira:
Um cativo da situação
Agirá com total cegueira e
Viverá uma vida de opressão desgastante

Por esta razão, Jesus afirmou: "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." (Jo 8:36)

O apóstolo Paulo também fala em uma liberdade concedida pelo Espírito de Deus, quando escreve: "Ora, o Senhor é Espírito; e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade."  (II Cor 3:17)
Se o Espírito do Senhor está, habita, reina em nosso coração, sempre seremos conduzidos à paz. Assim sendo, obteremos uma verdadeira liberdade de ofertarmos ao Senhor aquilo que realmente está em nosso coração. De outra forma, não será aceite.

2. A prisão gera uma dependência:
Neste ponto poderíamos até inverter os substantivos (prisão e dependência) que de igual maneira, obteríamos um raciocínio lógico:
A prisão gera dependência, mas também, uma dependência gera uma prisão

Em muitas situações, os presos eram algemados aos seus próprios carcereiros ou aos soldados que os guardavam. Ou seja, o próprio inimigo tornava-se a pessoa mais próxima e ao mesmo tempo, a pessoa de quem o preso mais dependeria para ir a algum lugar ou executar algo. Creio que não deveria haver situação mais irónica.

No filme “América Proibida”, o ator principal que assume o nome Derek, um líder skinhead de um grupo neo-nazi, termina na prisão após ter assassinado um rapaz negro. É na prisão, trabalhando na lavandaria com um negro, que percebe que está errado em avaliar as pessoas por questões étnicas ou raciais. É também este negro da lavandaria, por meio de seus conhecimentos, que evita a morte de Derek na prisão. Ou seja, quem ele mais odiava pela cor, é de quem ele mais depende para viver, mesmo sem se aperceber.
Há algo mais a destacar no filme: O ódio, a ira, a discriminação é algo que é passado dentro das famílias ou seja, é transmissível.
O pai de Derek dá orientações ao filho que as coisas no país estão más, por causa de outras raças que estão vivendo na América. Após o assassinato do pai, Derek ingressa no movimento skinhead.
Tudo isso, faz-nos lembrar o que diz a Palavra de Deus:
"Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem." (Heb 12:15)

De certa forma, é isto que a inimizade plantada em nossos corações cria – Uma dependência que é muitas vezes projetada até para outros à nossa volta, sem necessidade de tal.
Por vezes há pessoas, que se referem a relacionamentos ou situações como uma prisão. Isto, porque embora não queiram, dependem de … em alguma instância.
Quantas vezes não nos sentimos presos a algo e embora não desejemos, e isso traga-nos tristeza, por força das circunstâncias sentimo-nos dependentes?

Se olharmos para Jacó, por causa do rasto que deixou em seu passado, sentiu-se totalmente dependente do seu irmão. A Bíblia não diz de forma clara, nem precisa, notamos isso claramente. O seu receio de encontrar-se com o irmão, os presentes enviados ao irmão, o repartir a família em dois grupos, são provas claras que ele sentia uma subjugação ao irmão, ou seja, dependia dele para viver.
Quando ele fugiu, fugiu na intenção de ser livre do irmão e não sofrer as consequências de seus erros. Mas não duvido que ele a cada dia que passava na casa de Labão, seu sogro, estava totalmente preso ao irmão.
Como ele resolveu o assunto? Como livrou-se de tal prisão?
Indo ter com o irmão e perdoando-se com ele. Foi mais de 14 anos preso pelas piores razões a Esaú. O problema não é ser livre de uma dependência, mas sermos livres do mal que nos amarra.

Somos incentivados a depender uns dos outros, mas pelas razões e sentimentos certos, bíblicos e espirituais. Não somente depender como sujeitar-nos uns aos outros, mas … como diz as Escrituras – em amor:
2 Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, 16 Do qual todo o corpo, bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o aumento do corpo, para sua edificação em amor. (Ef 4:2,16)

Os sentimentos certos não nos faz dependentes assustados, desconfiados ou atrofiados, mas dependentes de tal forma que produzirá edificação e não destruição, bênção e não maldição.

3. A prisão rouba-nos as potencialidades:
Um grande artista afim de demonstrar suas capacidades, necessita de encontrar-se em total liberdade de expressão artística. Não podemos pedir a um pintor que demonstre seus dons e dotes artísticos se prendermos suas mãos, assim como um jogador de futebol não pode marcar golos sendo o suplente e permanecendo no banco.
Quem está preso em ira em relação a algo ou a alguém não terá a possibilidade de desenvolver suas potencialidades. Isso é um facto!
Poderemos ser pessoas com grandes capacidades, no entanto a prisão em nosso coração, mente e sentimentos retira-nos a liberdade de desenvolver nossas potencialidades, nossos dons para a glória de Deus.
Assim sendo, deixamos de dar o nosso contributo para a glória de Deus, roubamos a glória que Lhe pertence. Tudo isso, muitas vezes até por uma questão de orgulho pessoal que esforçamo-nos por manter. Nossos dons e capacidades, se reconhecemos que a Deus os devemos, devem ser usados para Sua glória:
"A todos os que são chamados pelo meu nome e os que criei para a minha glória, os formei, e também os fiz." (Is 43:7)

Os sentimentos de pendências em nosso coração são sem dúvida, uma arma satânica que:
-Nos distrai
-Nos imobiliza
-Nos faz enterrar os talentos
-Nos faz não frutificar

Isso, irá conduzir-nos a uma condenação diante de Deus, pois quem não frutifica é cortado e é lançado fora. Quão sério isso é!

4. A prisão torna-nos devedores:
Em verdade te digo que de maneira nenhuma sairás dali enquanto não pagares o último ceitil. Mt 5.26

Temos em nossa mente que uma prisão sentenciada por meio de um julgamento é um meio de pagar por atos errados. E, é de facto!
Espiritualmente, quem está preso em ira a algo ou a alguém assume para si mesmo a condição de preso e devedor. O apóstolo Paulo, revela que há somente uma coisa que devemos a alguém – o amor:
"A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei."  (Rom 13:8)

Se pensarmos na obra de Cristo, constataremos exatamente isto! Nossa dívida – o pecado - encerrava-nos numa prisão espiritual:
"E tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do diabo, em que à vontade dele estão presos." (2 Tm 2:26)

Em relação a Deus, encontravamo-nos na condição de devedores, no entanto ao invés de Deus exigir de nós um pagamento, o qual não poderíamos jamais suportar, Ele vem até nós na pessoa de Jesus Cristo. É o inocente, é o credor que vem até ao devedor e ainda para mais, assume as nossas próprias dívidas contra Ele mesmo. Incrível!
Nós, como devedores é que deveríamos ir até Ele, mas não poderíamos fazê-lo, pois estávamos incapacitados pela própria dívida. A dívida separava-nos.
O perdão concedido aos outros é a única forma que temos, dada por Deus, em que passamos de devedores a credores. Quem perdoa torna-se credor, que não o faz, devedor.
"perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;"  (Mat 6:12)

5. A prisão cria um sofrimento constante e progressivo :
"Sabei certamente que o SENHOR vosso Deus não continuará a expulsar estas nações de diante de vós, mas elas vos serão por laço e rede, e açoite às vossas ilhargas, e espinhos aos vossos olhos; até que pereçais desta boa terra que vos deu o SENHOR vosso Deus." (Jos 23:13)
"Assim também eu disse: Não os expulsarei de diante de vós; antes estarão como espinhos nas vossas ilhargas, e os seus deuses vos serão por laço." (Jz 2:3)

Por meio destas passagens, entendemos que o povo de Israel por causa da sua frouxidão, iria sofrer de forma constante o peso da espada de seus inimigos.
Paulo ao perseguir os cristãos, com todo o seu ódio, pensava que era livre e que nesta liberdade estaria criando um sofrimento aos cristãos. Ele desconhecia, que os cristão eram livres embora fossem presos, e embora sofressem na carne, em seus espíritos sentiam-se totalmente livres para regozijarem-se constantemente em Deus.
"E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões." (At 9:5)
"E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me falava, e em língua hebraica dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões." (At 26:14) Comp.:
[Resistir ao aguilhão só lhe trará dor!] (NVI)

A palavra recalcitrar significa: Ir contra algo de forma teimosa, rebelde. Ou seja, Paulo indo contra a vontade de Deus só estava trazendo mais sofrimento a si. Quando não obedecemos a Deus, acabamos por criar mais sofrimento a nós próprios e quanto mais resistimos, mais sofremos.
Após sua conversão, Paulo afirma:
"Por isso sofro trabalhos e até prisões, como um malfeitor; mas a palavra de Deus não está presa." (II Tim 2:9)

Ele poderia estar sofrendo em seu corpo, mas sua vida era uma oferta agradável a Deus. Não havia nada em seu coração, qualquer tipo de sentimento que o pudesse separar de seu Salvador, mesmo contra os que eram responsáveis pela sua prisão e sofrimentos.
14 Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; 15 Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo; 16 Retendo a palavra da vida, para que no dia de Cristo possa gloriar-me de não ter corrido nem trabalhado em vão. 17 E, ainda que seja oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé, folgo e me regozijo com todos vós. (Filip 2:14-17)

Outra tradução, diz:
Talvez o meu sangue, isto é, a minha vida, seja apresentado como uma oferta junto com o sacrifício que vocês, por meio da sua fé, oferecem a Deus. Se isso acontecer, ficarei contente e me alegrarei com todos vocês. BLH

6. A prisão torna-nos enfraquecidos:
Imaginemos uma pessoa que sofre de uma hemorragia interna, mesmo em total desconhecimento pessoal. Esta, irá sentir-se cada vez mais fraca, embora nem saiba muito bem o porquê de tanta fraqueza.
Apenas alguns indícios, como uma indisposição, poderá eventualmente apontar para uma anormalidade. Isso, quando realmente acontece! A doença interna, acabará por prender a pessoa a um enfraquecimento constante, a qual, se a mesma não for detetada a tempo levará a pessoa à morte.
Ravi Zacharias, em seu livro: “O grande Tecelão”, no capítulo 8 “O Seu destino é importante”, relata uma experiência que passou com sua esposa.
Numa típica e usual viagem de carro, a esposa começou a sentir-se muito mal, isso de um momento para o outro o que acabou por ter de ser transportada para o hospital. Descobriram que a razão de tal enfraquecimento que a acabou por levar também a um desmaio, foi resultado de uma gravidez ectópica (formação do feto fora da cavidade uterina).
Esta situação a fez perder mais de 60% do sangue. Teve de levar uma série de transfusões. Os médicos disseram que uma demora de mais 10 minutos teria sido fatal.
Logicamente que falando em termos espirituais, ninguém em sã consciência, pensa em querer morrer espiritualmente. No entanto, nós precisamos levar muito a sério as recomendações e exortações de Jesus.
Nossos sentimentos, bons ou maus, alojados em nosso coração, traduzir-se-ão em saúde ou doença, não somente espiritual como creio que também fisicamente.
Mesmo trazendo nossa oferta ao altar, que deveria ser de bênção, acabamos com o passar do tempo sentir enfraquecimento, mesmo sem saber porquê.
Será que existe alguma hemorragia interna (espiritual)? Será que há sentimentos de rancor, ódio que estão aprisionando-nos e retirando a vitalidade, a saúde à nossa vida cristã ?

Paulo revela um enfraquecimento espiritual no que diz respeito à Ceia do Senhor:
28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. 29 Porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação, não discernindo o corpo do SENHOR 30 Por causa disto há entre vós muitos fracos e doentes, e muitos que dormem. (1Cor 11.28-30)

Reparemos: A forma como a pessoa chega-se ao altar, à mesa, forma esta: indigna, irresponsável, impensada, leviana, com pendências conduz-nos a um enfraquecimento, muitas vezes sem dar por isso.

Thomas Merton certa vez disse:
Não podemos estar em paz com os outros porque não estamos em paz connosco, e não podemos estar em paz connosco porque não estamos em paz com Deus.
Citado em: O grande Tecelão Ravi Zacharias, Apêndice, pg. 188

Acrescentaria: “Podemos também não estar em paz com Deus porque não estamos em paz com os outros”


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terça-feira, 15 de Abril de 2014

[Vídeo] Deus Não Está morto



Vi, no: Voltemos ao Evangelho


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terça-feira, 8 de Abril de 2014

[Dica de Leitura] O Mistério da Última Ceia - Colin J. Humphreys


ÍNDICE:

1. QUATRO MISTÉRIOS DA ÚLTIMA SEMANA DE JESUS

2. DATAR A CRUCIFICAÇÃO - AS PRIMEIRAS PISTAS

3. O PROBLEMA DA ÚLTIMA CEIA

4. É POSSÍVEL RECONSTRUIR O CALENDÁRIO JUDAICO NA ALTURA DE CRISTO?

5. A DATA DA CRUCIFICAÇÃO

6. A LUA TRANSFORMAR-SE-Á EM SANGUE

7. TERÁ JESUS UTILIZADO O CALENDÁRIO SOLAR DE QUMRAN PARA A ÚLTIMA CEIA?

8. ESTARÁ NO ANTIGO EGITO A CHAVE PARA RESOLVER O PROBLEMA DA ÚLTIMA CEIA?

9. A DESCOBERTA DO CALENDÁRIO PERDIDO DO ANTIGO ISRAEL

10. SERIA O CALENDÁRIO PERDIDO DO ANTIGO UTILIZADO EM ISRAEL NA ALTURA DE JESUS?

11. A DATA DA ÚLTIMA CEIA: AS PISTAS ESCONDIDAS NOS EVANGELHOS

12. DA ÚLTIMA CEIA À CRUCIFICAÇÃO: UMA NOVA ANÁLISE DOS RELATOS DOS EVANGELHOS

13. UMA NOVA RECONSTRUÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS DE JESUS


NOTA PESSOAL:
É uma obra lançada em Portugal pela editora Oficina do Livro. Contém cerca de 254 páginas.
Está recheado de notas adicionais e uma parte no final do livro que propõe uma boa bibliografia, que o leitor poderá cruzar com as do livro.
É um livro muitíssimo interessante! Para mim, que não estava familiarizado com os calendários e sequência dos eventos na última semana de Jesus, foi um grande desafio, esta leitura.
Prometo aos leitores, caso a editora Oficina do Livro dê permissão, colocarei alguns excertos do mesmo. Vale mesmo a pena.

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